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28 maio 2017

Tipos de sal: benefícios e cuidados


Tipos de Sal. Fonte; Reprodução
O Sal tem grande importância no funcionamento do nosso organismo. O sódio é importante para a transmissão dos impulsos nervosos, na contração muscular, troca de água entre as células, entre outras funções. 

O problema é que em geral exageramos e consumimos mais do que necessário gerando uma serie de desequilíbrios. 

Mas você sabia que além de consumir em doses adequadas, cada tipo de sal tem composição e benefícios diferentes? 

O Sal comum passa por um processo industrial de refinamento e acaba perdendo a maioria dos minerais. 

O light tem menos sódio, mas mais potássio. É indicado para hipertensos mas pode ser prejudicial a pacientes renais. Por ter menos sódio, ele é mais suave. Para que seja eficaz contra hipertensão, é importante não aumentar a quantidade para alcançar o mesmo sabor!

O sal negro tem baixa potência mas pouco sódio, por isso é indicado para hipertensos.

O marinho contém mais nutrientes e menor acidez, mas ainda é tem muita concentração de sódio. Por isso, deve ser consumido com moderação por hipertensos. É excelente para quem quer manter o peso.

O rosa é um dos mais saudáveis, pois é rico em minerais, têm menos toxinas e ainda menos concentração de sódio. Você pode encontrar-lo com outros nomes, e a diferença entre eles são os nutrientes agregados, devido ao local de onde foram extraídos: do Himalaia, do Paquistão, Italiano.

A flor de sal é a forma mais pura e mais rara. Por isso, seu preço é alto e é usada em preparações mais nobres.

O sal sem sódio é a novidade do momento, pois foi liberada recentemente pela ANVISA a venda no Brasil. O sabor é bem próximo ao sal comum, mas não possui sódio. Vale lembrar que possui potássio, não sendo recomendado para pacientes renais, e não deve ser aquecido a temperaturas superiores a 180 graus.

As opções no mercado são muitas, é importante que você escolha o mais adequado para suas necessidades. Eu gosto muito do rosa para o dia a dia, pois é mais saudável. E, para pequenas finalizações em receitas especiais, uso a flor de sal.


03 outubro 2016

NEUROCIENTISTAS EXPLICAM COMO CORRER MUDA NOSSO CÉREBRO E AFETA O NOSSO PENSAMENTO


“Correr é um caminho para a autoconsciência e confiança – você pode empurrar-se a extremos e aprender a dura realidade de suas limitações físicas e mentais ou caminhar em silêncio por um caminho solitário assistindo a terra sob seus pés.” – Doris Brown Heritage.


Você está familiarizado com esse sentimento? Você tem uma visão sobre seu eu emocional e físico enquanto corre? Gostou da sensação do vento contra seu rosto e a liberdade de estar ao ar livre sozinho com seus pensamentos? Você pode sentir que após uma boa corrida sua mente está clara e pronta para absorver informações. Você também pode achar que a sua perspectiva é mais positiva depois de uma corrida, e que as coisas que te incomodavam você já não parecem tão ruins. Bem, seus sentimentos têm uma base científica. Uma pesquisa realizada no campo da neurociência mostra os efeitos do exercício aeróbico na clareza cognitiva e bem-estar emocional.

1º) Novos neurônios seriam criados
Costumava ser aceito que nós nascemos com uma certa quantidade de neurônios, e que no momento em que nos tornamos adultos os neurônios deixariam de ser criados. Isto, no entanto, foi provado como errado. Através de pesquisa em animais, foi descoberto que novos neurônios são continuamente produzidos no cérebro ao longo de toda a vida. Karen Postal, presidente da Academia Americana de Neuropsicologia Clínica diz que a única atividade mostrado para desencadear o nascimento destes novos neurônios é o exercício aeróbico vigoroso. “Se você está se exercitando e sua – cerca de 30 a 40 minutos – novas células cerebrais estão nascendo”, diz Postal. Então, suar na esteira ou a céu aberto está fazendo muito bem a seu cérebro e ajudando-o a permanecer mentalmente saudável pelos próximos anos.

2º) Pessoas que correm podem se recuperar de emoções negativas mais rapidamente
Em um estudo realizado por Emily Bernstein e Richard McNally, verificou-se que o exercício aeróbico pode ajudar a reduzir as emoções negativas. Bernstein é uma corredora e disse “eu noto que me sinto melhor quando estou ativa”. Ela queria descobrir o motivo e saber exatamente o efeito que o exercício tem sobre nós. O estudo se propôs a analisar a forma como o exercício altera o modo como as pessoas reagem às suas emoções. Os participantes foram orientados a se esticar ou correr durante 30 minutos e depois assistiram à cena final do filme de 1979, O Campeão. Os participantes, em seguida, relataram suas respostas emocionais. Verificou-se que aqueles que tinham corrido por 30 minutos se recuperaram mais rapidamente de sua experiência emocional triste do que aqueles que tinha apenas se esticado.

3º) Memória de trabalho seria reforçada
Um estudo recente intitulado: “Acute Aerobic Exercise Increases Cortical Activity during Working Memory: A Functional MRI Study in Female College Students” (Exercício Aeróbio Forte Aumenta Atividade Cortical durante Memória de Trabalho: Um estudo de ressonância magnética funcional em universitárias) mostra o efeito do exercício aeróbio sobre a função cognitiva. O estudo analisou o efeito de uma sessão de exercício aeróbio sobre a memória de trabalho. Quinze mulheres jovens participaram do estudo. Elas foram examinadas, após uma sessão de exercício agudo, usando um MRI (ressonância magnética), enquanto realizavam uma tarefa de memória de trabalho. Verificou-se que o córtex e o hemisfério frontal esquerdo mostraram sinais de melhoria nos processos de controle. A partir dessas constatações, os pesquisadores notaram que isso indica que: “exercício agudo poderia beneficiar a memória de trabalho em um nível macro-neural.” Assim, o estudo mostra uma ligação entre exercícios aeróbicos e melhoria na memória.

Conclusão:
Da próxima vez em que estiver em uma corrida, saiba que está fazendo-se um enorme bem. Você não está apenas ajudando o seu cérebro em um nível neurológico, também está trabalhando para melhorar a sua saúde emocional. Suas habilidades cognitivas, como a memória, serão melhoradas, e sua visão da vida provavelmente será mais positiva. Se você ainda não corre, pode querer tirar os tênis do armário e dar-lhes uma chance.

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13 setembro 2016

“O sedentarismo custa caro”, diz Drauzio Varella

Por – O Sul.

Praticante de corrida há 20 anos, o médico Drauzio Varella é crítico feroz do sedentarismo e do sobrepeso. Segundo ele, quem não faz 30 minutos de exercício por dia está vivendo de forma errada. Varella lançou o livro “Correr – O Exercício, a Cidade e o Desafio da Maratona” (Companhia das Letras, páginas 216, preço sugerido: 23,90).

Fonte: Reprodução.

O senhor está com 72 anos e corre maratonas. Quando é a hora de parar?
Drauzio Varella – Enquanto as pernas aguentarem. Digo isso no meu livro. Sei que tem uma hora em que não vai dar mais. Mas não estou perto dela. Na verdade, não há conhecimento científico sobre os limites do corpo porque o ser humano não vivia tanto. Ainda são poucas as pessoas com mais de 70 anos que correm maratonas. O grande teste será ver como as pessoas que estão na meia-idade agora e correm, ou são ativas de outra forma, estarão quando chegarem aos 70 anos ou mais. Hoje, me considero o mais saudável dos meus amigos.

O senhor começou a correr maratonas aos 50 anos. Há uma época ideal?
Varella – Mais cedo teria sido melhor. Mas nunca é tarde para começar.

Muita gente vê a maratona como um desafio quase impossível. O que há de verdade nisso?
Varella – Na verdade, a maratona exige disciplina, treinamento. Mas é factível para a maioria das pessoas que treinam para isso. O lado psicológico é muito importante. É ele que nos faz levar uma vida mais regrada. Não exagerar na bebida. Não comer demais. No meu caso, fico mesmo mais antissocial, porque não dá para fazer um jantar, tomar um vinho e ficar acordado até tarde e fazer um treino longo no dia seguinte. É preciso vontade e disciplina. Mas correr uma maratona não é tão difícil.

Há quem considere que a maratona causa muito desgaste.
Varella – Você pode sofrer durante a prova, pode ser muito dura. Já passei por momentos em que achei que ia parar. Mas sempre encontramos forças e prosseguimos. Fico ótimo depois da prova. Não fico destruído. Tomo um banho e estou novo. A sensação de concluir uma maratona é maravilhosa. Felicidade e satisfação indescritíveis. Dá um barato que não tem quem pague.

A crença de que a corrida destrói os joelhos é verdadeira?
Varella – É uma bobagem. Um mito. No meu livro cito um estudo muito interessante. Ele mostra que, na verdade, não corredores têm mais lesões nos joelhos do que corredores. Corro maratonas há mais de 20 anos e nunca tive problemas nos joelhos.

A maratona é para todos?
Varella – É para quem gosta. Você pode adorar correr e nunca ter vontade de fazer uma maratona. Além da disciplina, há o componente genético. Homens muito grandes e pesados sofrerão mais, claro. Vejo rapazes hipertrofiados correndo com um esforço enorme. Isso acontece porque, de fato, aquele corpo bombado de academia é tão pouco saudável quanto o de um sedentário.

Por que é tão difícil deixar o sedentarismo?
Varella – Porque desperdiçar energia é contra a natureza humana. Na verdade, é contra a natureza de qualquer animal. Essa tendência natural é uma necessidade ancestral de economizar energia, surgida em uma época em que não havia comida fácil. Agora vivemos em um ambiente de comida abundante, gostosa e relativamente barata. O resultado é acumular gordura. Para você vencer a tendência ao sedentarismo, precisa de disciplina.

Há aqueles que fazem alguma atividade física apenas no fim de semana e acham que estão em dia com a saúde. Por exemplo, jogar futebol uma vez por semana é se exercitar?
Varella – Claro que não. Primeiro que futebol assim não é esporte. É um jogo. E um jogo que destrói os joelhos.

Que conselhos você dá a um sedentário?
Varella – Se você não tem 30 ou 40 minutos por dia para fazer exercícios, está vivendo de maneira errada. Quando você conversa com um sedentário, ouve sempre uma ladainha de obrigações. Uma interminável história triste. Todo o tempo é absorvido pelo trabalho, pelos filhos, pela mãe doente, por uma lista infinita de problemas que, em tese, tomam todo o tempo. Mas precisamos ter tempo para nós. (Ana Lucia Azevedo/AG)

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28 agosto 2016

Corridas: o esporte impensável

 
Fonte: Ativo.com
Pensem em um esporte que reúne centenas e, em sua grande maioria de provas, milhares de atletas sem que haja uma única ocorrência policial, nem brigas, nem roubos, nem desavenças. Aliás, nem polícia existe para manter a “ordem” nas arenas de corridas, seja de rua ou trail.

Pensem em um esporte em que mesmo sem conhecer uma pessoa você dá um sorriso e o cumprimenta somente porque ele é um igual a você.

Pensem em um esporte em que você incentiva seu adversário ou é incentivado ao ser ultrapassado.

Pensem em um esporte em que um milionário empresário é amigo de treino de uma pessoa economicamente pobre e lá no dia-a-dia nas pistas são iguais.

Atualmente, no Brasil, temos pouquíssimos ambientes públicos onde não existe violência e a paz reina de forma absoluta. Temos sorte de vivermos neste ambiente único. E é obrigação de todos nós, corredores, contribuir para que esse ambiente saudável em termos de sociabilização se mantenha por longos anos para que possamos usufruir e curtir de boa como fazemos hoje em dia.

Um viva às corridas!

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16 maio 2016

Quer ser feliz?! Corra!


Estudo afirma que correr pode ser a arma secreta para a sua felicidade.

Sabe quando bate uma tristeza "sem motivos", fruto das mudanças hormonais do corpo, que faz você pensar apenas em deitar na cama e comer um sorvete enquanto assiste Netflix? Um novo estudo aponta que "fazer nada" é a solução oposta do que você precisa para combater este sentimento - comum nas mulheres principalmente no período pré-menstrual.

Segundo o relatório publicado no jornal Cognition and Emotion, praticar exercício aeróbicos, como corrida, é a forma mais eficaz e cientificamente comprovada para melhorar o seu humor. O estudo testou de que forma os exercícios moderados afetavam o modo como os indivíduos regulavam as emoções negativas.

Os 80 participantes (50% mulheres) foram induzidos a sentir tristeza através de uma cena perturbadora de um filme, The Champ, e então seguiam para fazer meia hora de exercícios: parte do grupo praticou corrida e outra alongamento.

Depois de observar algumas sessões e a mudança emocional dos participantes no antes e depois das atividades, os pesquisadores concluíram que aqueles que correram relataram sentir menos tristeza ao final do estudo, em comparação àqueles que não se exercitaram.

Enquanto isso, aqueles que apresentaram dificuldade de controlar a emoção também se sentiram menos tristes após uma corrida de 30 minutos, em comparação aos que se limitaram apenas ao alongamento.

Veja também: Carta aberta de um corredor para depressão.


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